segunda-feira, 21 de outubro de 2013

8 erros comuns que podem levar seu filho à obesidade, já no primeiro ano de vida








Considerada uma epidemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade atinge 42 milhões de crianças com menos de 5 anos pelo mundo. No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, a incidência de meninos de 5 a 9 anos acima do peso chega a 15%.
Dois fatores contribuem com o sobrepeso infantil: a genética e, principalmente, os maus hábitos alimentares, que muitas vezes refletem os da família. Um dos principais vilões nessa guerra é o açúcar, introduzido precocemente na alimentação da criança. Um estudo do Jornal de Pediatria, do Brasil, revelou que, a partir dos 6 meses, 79,3% das crianças já comiam bolachas e 20,7% consumiam sucos artificiais. É motivo de sobra para se preocupar, já que a obesidade infantil acarreta problemas que impactam na adolescência e na vida adulta, como diabetes e hipertensão. Para manter o distúrbio bem longe do seu filho, conheça outros 7 erros comuns na dieta das crianças e evite-os:
1 - Abrir mão de amamentar
Até os seis meses de vida, os pediatras recomendam o aleitamento materno exclusivo, por livre demanda. Não se engane com crenças equivocadas de que seu leite é fraco ou de que o de vaca é mais nutritivo, fazendo a substituição. Dentre inúmeros benefícios, estudos provam que os bebês alimentados apenas com leite materno têm menos chances de se tornarem obesos na adolescência e na vida adulta. “Nós nascemos com a saciedade regulada, então, é muito difícil um bebê mamar mais do que precisa, a ponto de ganhar peso excessivo”, conta Renata Maria de Noronha, endocrinologista infantil do Hospital São Luiz (SP).
2 - Negligenciar as recomendações do pediatra
Se você não amamenta, mas usa fórmula, é preciso tomar alguns cuidados: siga exatamente as instruções de seu pediatra e nem pense em engrossar a bebida com amido de milho, por exemplo, que contém muito carboidrato e favorece o ganho de peso.
3 - Culpar a genética
Ela é responsável por 50% da propensão à obesidade. Se um dos pais é obeso, a chance da criança ser também é de 40%. Se ambos forem, esse número pode chegar a 80%. Mas é preciso levar em consideração que os outros 50% envolvem fatores ambientais, como o mau hábito alimentar, e que este, sim, é passível de mudanças.
4 - Não estabelecer uma rotina
Depois dos primeiros 6 meses, começa a introdução de alimentos na dieta das crianças. As papinhas salgadas são as mais difíceis de ser aceitas, por causarem estranheza inicialmente. Nesse momento, é preciso criar uma rotina com os horários de alimentação. A partir do 7º mês, a dieta passa a ter pedaços de comida e é muito importante respeitar o tempo de mastigação da criança. Como sobremesa, invista nas frutas, estimulando seu filho a comer bem desde cedo. Além disso, a família é o espelho da criança, portanto, procure ter uma alimentação saudável na frente de seu filho e o incentive a experimentar novos alimentos. Vale ressaltar que é preciso tomar muito cuidado com a adição de sal na comida das crianças, já que o sódio pode causar hipertensão arterial na vida adulta.
5 - Viciar o paladar
Nos primeiros dois anos, as crianças começam a desenvolver o paladar. Os alimentos naturais devem ter prioridade. Evite sucos industrializados, que contêm uma quantidade muito grande de açúcar, e dê preferência a frutas naturais. Além disso, essas bebidas podem boicotar a formação do paladar: a criança conhece um gosto diferente do real, e pode acabar não comendo a fruta in natura, futuramente. O mesmo ocorre com os doces: “Muitas vezes, a criança ainda não aprendeu a comer todos os tipos de alimentos saudáveis e a mãe já oferece um iogurte petit suisse de sobremesa, incluindo o açúcar, desde muito cedo, na dieta da criança”, explica Renata. Inclua os mais diversos tipos de frutas, legumes e vegetais no cardápio dos pequenos.
6 - Barganhar na hora da refeição
Os pais devem respeitar a fome das crianças, por isso, nada de forçá-las a comer alimentos saudáveis para conseguir um doce ou chocolate. Assim ela vai entender que um alimento nada saudável é uma recompensa por comer bem. A mania de beliscar também deve ser evitada. “Muitas vezes, os pais acham que a criança não comeu nada e oferecem pedaços de bolacha e outras guloseimas, nos intervalos das refeições”, reprova Renata.
7 - Permitir a TV em excesso
Depois de comer, a criança só tem um jeito de queimar toda a energia: se exercitando. Pode ser com brincadeiras ou com esporte, respeitando a vontade dela. “As crianças não devem ficar mais de 2 horas na frente de uma tela. Elas precisam se movimentar”, conclui Renata. Além de gastar mais energia, as brincadeiras são fundamentais para o aprendizado cognitivo.
8 - Comer por dois quando grávida
Um estudo revelou que a alimentação da mulher durante a gravidez é muito importante para a saúde do bebê. A dieta deve ser bem variada, rica em vitaminas e minerais, mas nada daquela história de comer por dois. O feto, quando dentro da barriga da mulher, precisa de determinada quantidade de nutrientes para se desenvolver. O que passar da conta leva ao peso excedente da grávida e pode acarretar ao diabetes gestacional, elevando as chances de o bebê nascer muito grande, o que pode causar um padrão metabólico de acúmulo.
Outra fonte: Artur Delgado, pediatra do Hospital Israelita Albert Einstein de São Paulo.

domingo, 20 de outubro de 2013


    sexta-feira, 18 de outubro de 2013

    DEPILAÇAO FEMININA



    Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
    - "Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
    - "Vai depilar o quê?"
    - "Virilha."
    - "Normal ou cavada?"

    Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
    - "Cavada mesmo."
    - "Amanhã, às... deixa eu ver...13h?"
    - "Ok. Marcado."

    Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique.
    Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
    Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso
    cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
    - "Querida, pode deitar."
    Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus , era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
    - "Quer bem cavada?"
    - "...é ... é, isso."

    Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
    - "Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
    - "Ah, sim, claro.

    Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
    - "Pode abrir as pernas."
    - "Assim?"
    - "Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado."
    - "Arreganhada, né?"

    Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar. Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
    Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
    - "Tudo ótimo. E você?"
    Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
    O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
    - "Quer que tire dos lábios?"
    - "Não, eu quero só virilha, bigode não."
    - "Não, querida, os lábios dela aqui ó."

    Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
    Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
    - "Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor."
    Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
    - "Olha, tá ficando linda essa depilação."
    - "Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto."

    Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. - "Me leva daqui, Deus, me teletransporte". - Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
    - "Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?"
    - "Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada."

    Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da puta arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
    - "Vamos ficar de lado agora?"
    - "Hein?"
    - "Deitar de lado pra fazer a parte cavada."

    Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
    - "Segura sua bunda aqui?"
    - "Hein?"
    - "Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
    "
    Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê... Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
    - "Tudo bem, Pê?"
    - "Sim... sonhei de novo com o fiofó de uma cliente."

    Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu twin peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cús por dia. Aliás, isso até aliviava minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
    Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
    - "Vira agora do outro lado."
    Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A bruaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
    - Penélope, empresta um chumaço de algodão?
    Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
    Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
    - "Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha."
    - "Máquina de quê?!"
    - "Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol."
    - "Dói?"
    - "Dói nada."
    - "Tá, passa essa merda..."
    - "Baixa a calcinha, por favor."

    Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha!!!...como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cú. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
    " - Prontinha. Posso passar um talco?"
    - "Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha."
    - "Tá linda! Pode namorar muito agora."

    Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso . Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.

    Texto de autoria desconhecida...e antes que digam que o texto é de minha autoria...fiquem sabendo que eu não depilo o tóba...no máximo passo um gelzinho básico pra criar um topete maneiro.

    FONTE:
    http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=1384

    Tratamento caseiro para refluxo

    O tratamento caseiro para refluxo é muito prático, fácil de fazer e tem efeitos muito benéficos. São eles:
    • Tomar um copo de água com duas colheres de vinagre de cidra/maçã antes das refeições;
    • Acrescentar cravo e/ou hortelã nas refeições;
    • Tomar iogurte e suco de coentro;
    • Beber chá de camomila 3-4 vezes por dia, entre duas refeições;
    • Mastigar um pedaço de gengibre fresco ou beber uma xícara do seu chá;
    • Uma hora após as refeições tomar chá de canela;
    • Ingerir suco de Aloe vera após as refeições.

    Tratamento para refluxo em bebê

    O tratamento para refluxo em bebê tem como objetivo eliminar os sintomas, diminuir irritação e possíveis lesões na mucosa do esôfago, e tratar ou prevenir complicações para o bebê. Normalmente, os médicos indicam a associação de um medicamento antiácido e um procinético. Os procinéticos têm o objetivo de segurar o alimento no estômago. Os mais comuns são a domperidona e bromoprida. Podem causar irritação, sono agitado e cólicas. Em geral, os mais receitados pelos pediatras são os remédios que fazem com que o estômago produza menos ácido, como a ranitidina e omeprazol, nos casos mais graves.
    Antes de iniciar qualquer tratamento, é importante observar alguns aspectos que podem evitar medicações e exames desnecessários, pois o refluxo é normal em bebês até seis meses, e as vezes até um ano. Deve-se iniciar o tratamento apenas se o bebê não estiver ganhando peso adequadamente ou se forem observados sinais de desconforto após mamadas. São alguns cuidados que podem ser tomados para evitar o refluxo:
    • Evitar dar muito leite ao bebê, esperando sempre o horário da próxima mamada;
    • Verificar a possibilidade de alergia ao leite de vaca;
    • Adotar medidas simples de postura com elevação do berço do bebê e mantê-lo na posição vertical 30 minutos após cada mamada;
    • Evitar o uso do bebê conforto em casa;
    • Evitar usar fraldas apertadas e elásticos que pressionem o estômago;
    • Evitar exposição à fumaça de cigarro;
    • Dar preferência ao leite materno e de livre demanda pois é de mais fácil digestão que o artificial;
    • Evitar alimentar o bebê duas horas antes de dormir.

    • fonte:http://www.tuasaude.com/tratamento-para-refluxo/

    Ingredientes

    • Para a massa do sorvete:
    • 4 gemas
    • 1 lata de leite condensado
    • 2 vezes a mesma medida de leite
    • 4 claras
    • 6 colheres (sopa) de açúcar
    • 1 lata de creme de leite
    • 1 colher (chá) de essência de rum
    • Para a cobertura:
    • 9 colheres (sopa) de água
    • 5 colheres (sopa) de chocolate em pó
    • Para as trufas:
    • 500 g de chocolate meio-amargo
    • 1 lata de creme de leite sem soro
    • 1 colher (sopa) de manteiga sem sal
    • 3 colheres (sopa) de glucose de milho
    • Cacau em pó
      1. Modo de fazer
        • Massa
        • Leve ao fogo as gemas, o leite condensado e o leite, mexendo sempre. Cozinhe por 5 minutos e, depois de abrir fervura, reserve. Em seguida, bata as claras em ponto de neve, junte o açúcar, o creme de leite e a essência de rum. Misture tudo e reserve. Junte os dois cremes reservados, misturando até que fique homogêneo. Reserve.
        • Cobertura
        • Misture a água com o chocolate.
        • Trufas
        • Leve todos os ingredientes (menos o cacau) ao microondas por 2 minutos. Retire do micro e misture bem, deixe esfriar, modele as trufas em formato de bombom e passe cacau em pó.
        • Modo de montar
        • Coloque a cobertura no fundo de uma forma com 25 cm de diâmetro. Em seguida, despeje a massa para sorvete na forma e depois as trufas que, aos poucos, vão afundando. Cubra com filme plástico e leve ao freezer por 12 horas. Depois, é só desenformar e enfeitar com chocolate derretido.
        • http://www.showdereceitas.com/receita-de-sorvete-trufado/
    BRINCANDO E APRENDENDO.



    seu filho(a) come mal? sabe oque você deve fazer para ele se alimentar bem?


    No cafe da  manha_ cereais com frutinhas picadinhas e leite.
    No lanche_ um yorgute
    No almoço_ faça pratos bem coloridos,pois é isso que vai chamar a atenção do seu filho(a)
    Lanche da tarde_faca um bolo com ele, mostre todos os passos para fazer esse bolo.isso
    vai deixa lo entusiasmado para provar pois foi ele quem ajudou a fazer.
    DICA _ faça isso com outras refeiçoes também as crianças acham isso muito divertido e sentem vontade de comer oque fizeram.

    quinta-feira, 17 de outubro de 2013

    papinha de batata e agrião...

    Ingredientes:

    • 1 colher (chá) de azeite (4 g)
    • 1 colher (sopa) de cebola picada (12 g)
    • 1 batata pequena picada (cerca de 90 g)
    • meia xícara (chá) de agrião picado (cerca de 30 g)
    • 2 colheres (sopa) de leite em pó (29 g)
    • 3 colheres (sopa) de  Arroz (21 g)
    Modo de Preparo:
    Em uma panela, aqueça o azeite, refogue a cebola e a batata. Acrescente uma xícara (chá) de água fervente e o arroz lavadinho, cozinhe em fogo baixo, com a panela tampada, por cerca de 10 minutos ou até a batata e o arroz ficarem cozidos . Transfira para um liquidificador, acrescente o agrião e o leite em pó e bata. Retorne à panela e deixe cozinhar mais um pouco. , mexa bem e sirva a seguir.
    Rendimento: 1 porção
    Dicas:
    • Para utilização de sal, consulte seu Pediatra.